domingo, 22 de abril de 2012

Dia da Terra


"Estamos perante um momento crítico na história da Terra, uma época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo se torna cada vez mais interdependente e frágil, o futuro reserva-nos, ao mesmo tempo, grandes perigos e grandes promessas. Para seguir em frente, devemos reconhecer que, no meio da uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos juntarmo-nos para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça económica e numa cultura de paz. Para alcançar este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos a nossa responsabilidade para com os outros, para com a grande comunidade da vida e as futuras gerações.

Terra, o Nosso Lar
A humanidade faz parte de um vasto universo em evolução. A Terra, o nosso lar, está viva, formando uma única comunidade de vida. As forças da natureza tornam a existência uma aventura exigente e incerta, mas a Terra providenciou as condições essenciais para a evolução da vida. A capacidade de recuperação da comunidade da vida e o bem-estar da humanidade dependem da preservação de uma biosfera saudável com todos os seus sistemas ecológicos, uma variedade rica de plantas e animais, solos férteis, águas puras e ar limpo. O meio ambiente global com os seus recursos finitos é uma preocupação comum de todas as pessoas. A protecção da vitalidade, diversidade e beleza da Terra é um dever sagrado."

Leaves of Augustine Henry
Plátano (Platanus hispanica), Jardins Kew, Reino Unido.



Glicínias (Wisteria sinensis), Jardim Kawachi Fuji, Japão.


Golden Weeping Willow
Salgueiro (Salix alba 'Tristis'), DuPage River, perto de Chicago, Illinois, EUA.



O duplo florescimento do nenúfar gigante (Victoria amazonica) filmado nos Jardins Kew, Reino Unido.






4 comentários:

  1. Agradecendo o conteúdo do post, nomeadamente na beleza que nos cerca e a que não damos a devida atenção, retribuo com: http://tinyurl.com/7jx8ady

    Votos de boa semana.

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    1. Bem hajam os que amam a Terra e com imagens escreveram estes poemas.
      Eu apenas os reuni aqui para deslumbrar os olhos e saudar o Dia da Terra.


      Ole C. Salomonsen é um fotógrafo paisagista nascido e criado em Tromsø, no Norte da Noruega, que se apaixonou pelas auroras boreais.
      Descobri-o em Setembro do ano passado quando andei à procura de um vídeo para motivar este conteúdo científico num artigo. Escolhi o seu In The Land Of The Northern Lights porque era, de longe, o melhor.

      O Celestial Lights, outra obra de arte para a qual agradeço a chamada de atenção, foi divulgado há poucos dias e, segundo o autor, exigiu a captura de cerca de 150.000 exposições entre Setembro de 2011 e Abril de 2012.

      Ole C. Salomonsen merece ser seguido no Vimeo.

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  2. Um contributo para a celebração do Dia da Terra de 2012: do livro Little Green Lies: Twelve Environmental Myths, por Jeff Bennett: http://www.connorcourt.com/catalog1/index.php?main_page=product_info&cPath=7&products_id=195

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    1. Todos os fanatismos são perigosos. O ecológico não é excepção.
      Um dos dogmas do fanatismo ecológico diz que a fusão da calote polar árctica fará subir o nível dos oceanos. É falso.
      A demonstração é simples e está aqui.

      Se a calote polar fundir, é inegável que o urso branco perderá o seu habitat, acrescentam os ecologistas fanáticos. Mas ninguém conseguiu provar que o degelo resulta da acção humana.
      Ao longo da sua vida, a Terra sofreu profundas transformações geológicas e climáticas. Muitas espécies extinguiram-se. Outras evoluíram e conseguiram adaptar-se às novas condições ambientais. E assim vai continuar.

      Tem havido, porém, catástrofes ecológicas que afectaram gravemente as regiões e as pessoas que nelas viviam e tiveram origem humana. Chernobyl é um exemplo. É preciso aprender com os erros cometidos.

      Pela síntese, antevemos que uma das proposições abordadas no livro Little Green Lies: Twelve Environmental Myths diz respeito ao cuidado do meio ambiente. Considera o autor que o sector público vai enfrentar problemas na gestão do meio ambiente, porque as tomadas de decisão são caras, defendendo que soluções privadas podem ter menor custo e proporcionarem melhor bem-estar.
      Veja-se a Quarteira e a Quinta do Lago, no Algarve. Num caso a iniciativa privada construiu em cima das dunas, abrindo caminho para a destruição do areal; noutro soube preservar a praia. Fé excessiva no sector privado e desvalorização da função reguladora do Estado também podem dar maus resultados.

      In medio virtus, diziam os romanos.


      Retribuo os votos de boa semana.

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